sábado, 28 de maio de 2011

rhyme, dont mind...

Time feels fine to leave some to your mind, just do it right, deep inside yourself you can find some space, only mine.

Share but dare, please take care, carry a piece spare, of my mind fare… be my pair

Hate, but have faith that there’s an open gate, go inside… but wait!

Love… Be light as a dove, intense as a bee buzz, don’t explain because…

Regret the time of only seeing your silhouette, your own bet, lonely sunset.

Heavy thoughts your mind has brought, do it, but don’t get caught, be proud, you fought.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

be steady...

Mistifico o meu desejo e meus pensamentos, sigilo guardo de um desejo para o outro. Não haverá nada a ser dito, a não ser observado... meus frutos, minhas flores darão botões no sol certo, na umidade correta, e o mais importante de todos, no solo certo. Minhas fotografias dirão se guardo a época correta, dirão se o momento que vivo é um triste colorido ou um feliz e nostálgico P&B... A quem direi se até o vento que leva minhas palavras, me profanam quando ele faz a curva e as traz de volta?... dê o sorriso certo, as palavras corretas, e eu te mostro o efeito contrário que desacelera a agonia do envelhecimento precoce. Me enclausure e me livre de qualquer coisa, é um pedido.

terça-feira, 3 de maio de 2011

... hush!

Nada direi a não ser olhar para todo sol nascente

Nada direi a não ser olhar para todo sol

Nada direi a não ser olhar para todos

Nada direi a não ser olhar parado

Nada te direi a não ser olhar

Nada te direi a não ser isso

Nada te direi, ah não...

Nada te direi

Nada

Absolutamente nada.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Eyes closed

Incrível como alguns lugares simples, até menosprezados por milhares de pessoas... nos tocam... com algum sorriso, com algum infortuno, com alguma situação diferente... esse me marcou e parece que voltei ao passado onde quis estar... em algum lugar... no coração de alguém, no único músculo que bate e ganha reconhecimento afetivo a mais de séculos, ganha um carinho, o engraçado é que quando você encontra alguém, quando bate o olhar, o psicológico faz o coração bater mais rápido, eleva a mente a um estado absoluto, pulsa mais a cada segundo que passa, os segundos parecem durar mais, o ritmo do momento fica ensurdecido pela coesão entre os dois corpos, que estão distraídos pela insignificância de qualquer instante ao redor destes... seja bem vinda, endorfina... quando tudo volta ao normal... Você olha ao redor, o lugar menosprezado virou teu cantinho na memória... (foto minha, do metrô de Irajá)

sábado, 16 de abril de 2011

past time...


do pó viemos e ao pó retornaremos... do tempo que veio, pro tempo que se foi, da intensidade que virás, despedirei tão rápido quanto... as vezes nem tempo pra fazer isso dá... for all of you who really know who I am, please dont forget about me. (foto minha, do meu amigo perdido no pó desta terra)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

reality touch

O amor gira o mundo, que abre meu sorriso quando fecho meus olhos e contorce a lógica do tempo, que possui sentido algum quando é impulsionada pelo amor que gira o mundo, que abriu meu sorriso de novo depois que abri os olhos após ter perdido a lógica, quando ganhei o giro do amor, que escancarou um terceiro sorriso e após estando de olhos bem abertos, vi você impulsionada pela distorção da lógica temporal, pois o amor girou o mundo de novo, que após ter piscado, você não sumiu. (foto: eu, por mim mesmo)

terça-feira, 12 de abril de 2011

light walking...

People can save your day, save your night, or even save you until time can give you chance to do let it... I’m thankful for the perfect touch, the only touch waited in so many years, in so many turbulent days, days that I haven’t spent all of it losing it, instead, I gave myself the right time to be saved… like in a one-man-battle, I still loosed a few of my bests, but I can grow new ones, on the right way… the funniest part is… “Master Bruce, why do we fall?” , just like in the movies… but I lived this, lovely!

I do not live in the Ristvak’baen anymore… I can find myself at the place I wanted to be, the place where I can manipulate my own time, where the wind spins around you, while you walk with me… Edoc’sil? Not anymore… thanks to you-know-who.

domingo, 10 de abril de 2011

silent weekend

O silencio é confortante, não é dos mais recentes lugares que eu preferi estar... as vezes ficar em silencio, observar o mundo girando ao teu redor, calmo, frio, é calmo e aconchegante... da tempo de calcular cada ação, cada restrição de cada ser e em cada situação em cada modo... be wise my old friend... time’s on your side... thanks to my heros...

quarta-feira, 23 de março de 2011

soft madness

Minha loucura é realidade de outro, que é loucura para meu amigo, que vive numa realidade louca, que debate uma louca realidade com seu amigo, que prova não ser real sua loucura, que mesmo louco, acredita que tudo que vê é real, que cresceu numa loucura, mas pensa que é a realidade, mas nunca minha loucura.

sábado, 12 de março de 2011

dia nublado

Mais alta que qualquer montanha, transpõe qualquer limite de imaginação, o frescor concedido torna-se motivo para uma indeterminada e órfã tristeza, refratam a luz criando efeitos especiais... guardiãs de um espaço infinito, estando abaixo apenas de Quem as criou... escondem o sol ate o momento certo, quando ele cede à soberania e as cumprimenta no fim de tarde e uma musica calma eterniza o que até 5min atrás para você era uma tarde qualquer... preciosas nuvens... (foto: palhaço, registro de uma pintura do Museu de Belas Artes, retrata bem minha cara olhando pro céu, e é uma de minhas favoritas)

sábado, 5 de março de 2011

acumulo de riquezas

Se tudo que vivi foi fruto de um amor coletivo, de um carinho de todos e tentativas sucessivas de ver meu sorriso ou bem estar... diria que já experimentei do amor numa captação de uma imagem, o amor a observar uma flor se abrir até sua morte – que significa o nascimento de outras-, o Amor em não contar o tempo quando compartilha fato de sua vida com outrem , o amor em aquietar teu próprio coração com o amor lançado por alguém em retribuir amor, seja carnal ou de simples afeto, o amor por mim mesmo quando luto o esporte que me curou a claustrofobia e o amor lecionado pela família no ensinamento deste, o amor em dedicar cada palavra a quem tu pôde e pode amar, o amor no corrigir com classe e destreza... e mesmo que ninguém tenha sentido ou vivido isso, saiba que mesmo assim, me satisfiz, pois dói o único bem que tive e pude dar sem esperar qualquer retorno. Na bíblia, diz que o amor é um dom de Deus... agora pense de novo... (na foto, Yves Gigot, meu pai biológico, por mim, e cropada)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

no tempo certo

No tempo certo, o vento que bate contra o rosto e vem desidratando a pele é o mesmo que tira o cabelo do teu rosto pra ti enxergar o que se coloca a tua frente, e no tempo certo veras o mesmo vento levando as nuvens, desimpedindo o sol de brilhar teu dia... E é o mesmo vento, que no tempo certo da noite, apazigua a temperatura, e traz o frescor no teu deitar, e no tempo certo me faz sorrir num dia ensolarado, trazendo o ar frio que ainda restou do inverno...glorioso inverno...

domingo, 17 de outubro de 2010

pequenas coisas


Quero que tu guardes o sonho que temos de acordar com os raios dourados da manhã cortando a cortina, e de pelo menos uma vez na semana não ter com o que preocupar, de descer e comer croissants que fizemos, antes de dormir, com queijo de fazenda, descer pro jardim e sentar ao lado das flores enquanto terminamos a xícara de café, de pegar o carro em direção a uma manhã que durará o dia inteiro, desprendidos de qualquer compromisso normalmente proposto pelo cotidiano e de saber que onde estivermos, estaremos bem, pois teremos um ao outro e a nós mesmos, com o respeito e maturidade de alguns vários anos de compromisso e pura dedicação a felicidade mútua... a mesma dedicação que faz o coração do outro sempre bater diferentemente, seja onde estiver (Do avião, voltando pra casa - foto: minha, em um castelo Belga)